A Vale (VALE3 e VALE5) esperou o fechamento dos mercados nacionais ontem para a divulgação do seu resultado trimestral. Nos três primeiros meses de 2011, a mineradora obteve R$ 11,3 bilhões em lucros líquidos, alta de quase 300% na comparação ao primeiro trimestre de 2010 e os maiores da história da companhia para o período. O resultado excepcional foi produto do aumento em 81% na receita operacional, totalizando R$ 23,6 bilhões. Além do crescimento, melhorou a qualidade das receitas. A Vale ficou um pouco menos dependente do continente asiático que representou 49% do faturamento da companhia, queda de quase 10% em relação a um ano antes. No entanto a China ainda representa cerca de 30% de toda a receita da mineradora. O Brasil vem em segundo lugar com 18%. A empresa também informou que um dos mega navios que comprou da Coréia, com capacidade de transporte de 400 mil toneladas e considerado o maior navio de carga do mundo já chegou ao Brasil. A compra dos navios foi controversa na época por que o governo queria que fossem fabricados no Brasil. No entanto a Vale afirmou se fabricados por aqui custariam o dobro e levariam muito mais tempo para ficarem prontos. A notícia dos resultados já refletiu nos mercados acionários asiáticos que fecharam agora pela manhã. Na Bolsa de Hong Kong os HDRs representativos das ações ordinárias da Vale (HKX:6210) fecharam em alta de 0,66% e as preferenciais mantiveram-se estáveis.
FONTE: ADVFN
sexta-feira, 6 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
EUA matam Osama Bin Laden: Veja a conseqüência nas Bolsas mundiais
Foi anunciado agora pela manhã que os Estados Unidos conseguiram localizar e matar o procurado terrorista Osama Bin Laden no Paquistão. As principais bolsas mundiais e futuros das bolsas dos EUA abrem em alta, trazendo a euforia das ruas norte-americanas com a notícia aos mercados. Investidores posicionados em Petrobras (PETR3 e PETR4), OGX Petróleo (OGXP3) e HRT (HRTP3) devem ficar atentos ao preço do petróleo no mercado internacional. A sensação de diminuição de riscos derrubou os preços da commodity em quase 3% hoje pela manhã. A Petrobras está em vantagem hoje por ter anunciado na sexta-feira uma forte redução no orçamento para gastos com a exploração do petróleo das camadas pré-sal. Mineradoras como Vale (VALE3 e VALE5) e MMX (MMXM3) e podem sofrer um pouco hoje também por conta de uma retração geral nos preços de commodities metálicas no mundo. No entanto, os analistas afirmam que o movimento possa ser pontual. O Dólar também subiu contra diversas moedas internacionais, movimento que poderá ser visto também no mercado nacional hoje acreditam os analistas. De qualquer forma, a tendência de queda da moeda norte-americana continua no médio prazo. Os especialistas em segurança agora acreditam que os EUA devam ficar em alerta máximo contra ataques terroristas. A morte de Osama Bin Laden é muito simbólica na luta do país contra o terrorismo islâmico e ataques aos EUA em retaliação são quase certos de que ocorram ao redor do mundo.
FONTE: ADVFN
FONTE: ADVFN
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Com provisões de perdas acima do esperado, resultado do Santander não agrada
SÃO PAULO - O Santander Brasil (SANB11) anunciou seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2011, reportando expansão de 17,5% de seu lucro líquido na comparação com o mesmo período de 2010, atingindo R$ 2,071 bilhões. Porém, o número não agradou analistas, que permanecem com uma visão cética em relação à empresa, sobretudo porque o índice de inadimplência aumentou no período.
Para Roberto Attuch e Fabio Zagatti, analistas do Barclays, o resultado do Santander não foi bom e isso pode afetar a confiança do mercado em suas ações. Um pouco mais otimista, Marco Antonio Ozeki Saravalle, analista da Coinvalores, explica que, apesar de o lucro do banco não ter sido expressivo, o Santander tem "um longo caminho" a percorrer para atingir um crescimento robusto em sua carteira de crédito e, consequentemente, impulsionar seus retornos.
Inadimplência: um peso
O peso maior, na avaliação do Barclays, ficou com o resultado da PCLD (Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa), que decepcionou - segundo a dupla, devido à deterioração da qualidade dos ativos. Além disso, o crescimento do crédito foi de 2,7%, inferior ao do Bradesco, que subiu 4,0%.
O peso maior, na avaliação do Barclays, ficou com o resultado da PCLD (Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa), que decepcionou - segundo a dupla, devido à deterioração da qualidade dos ativos. Além disso, o crescimento do crédito foi de 2,7%, inferior ao do Bradesco, que subiu 4,0%.
Para a dupla, as despesas também pesaram consideravelmente no período, em especial devido à integração com o ABN/Real. As despesas elevadas sugerem ainda que o crescimento do banco no País se dá a "um preço muito elevado".
Zagatti e Attuch ainda ressaltam que o Santander enfrenta algumas dificuldades em sua administração, como a falta de capacidade aumentar o market share do banco.
Esse conjunto de fatores negativos ofuscou o sólido crescimento da receita e das margens, segundo o Barclays. As proojeções dos analistas para o banco também não são das mais positivas. Segundo eles, a integração e problemas de tecnologia da informação impedem que o banco opere em capacidade máxima no País - e, de acordo com as indicações da matriz, os problemas não devem ser resolvidos tão cedo.
Recomendação
Mesmo com a dificuldade enfrentada pelo Santander e pelos números não tão satisfatórios, a Coin reafirmou, por hora, sua recomendação de compra para as units da empresa, focando em investimentos de longo prazo. "Lembrando que essa não é a nossa preferência no setor", adverte Saravalle.
Mesmo com a dificuldade enfrentada pelo Santander e pelos números não tão satisfatórios, a Coin reafirmou, por hora, sua recomendação de compra para as units da empresa, focando em investimentos de longo prazo. "Lembrando que essa não é a nossa preferência no setor", adverte Saravalle.
O preço-alvo da corretora é de R$ 26,50 para SANB11, o que representa um potencial de valorização de 40,95% com base na última cotação de fechamento. Fonte: SOCOPA
terça-feira, 26 de abril de 2011
Lojas Americanas e Pão de Açúcar ganham com maiores vendas na Páscoa, diz Ativa
SÃO PAULO - Conforme dados divulgados pelo Serasa Experian, as vendas do comércio cresceram 9,1% na semana da Páscoa neste ano em comparação com igual período do ano passado. Este desempenho, segundo a Ativa Corretora, teve maior impacto positivo sobre a Lojas Americanas (LAME4) e o Pão de Açúcar (PCAR5).
Segundo Juliana Monteiro, analista da corretora, o balanço das vendas do comércio nesta Páscoa foi positivo, atingindo patamares acima da média das expectativas. Isso mostrou, na visão de Juliana, que o consumo interno ainda se mantém aquecido, mesmo que o governo tenha implementado medidas macroprudenciais com a intenção de restringir o crédito no País.
"Acreditamos que as promoções e melhores condições de compra, aliadas aos bons indicadores econômicos, estimularam a manutenção do elevado volume de vendas", afirmou a analista da Ativa.
Recomendações
Neste sentido, a corretora recomenda a compra das ações PCAR5, com preço-alvo projetado para o final de 2011 em R$ 88,12, equivalente a um upside de 30,55%, com base no fechamento da última sessão. O target para os ativos da Lojas Americanas está em revisão pela Ativa, assim como sua recomendação.
Neste sentido, a corretora recomenda a compra das ações PCAR5, com preço-alvo projetado para o final de 2011 em R$ 88,12, equivalente a um upside de 30,55%, com base no fechamento da última sessão. O target para os ativos da Lojas Americanas está em revisão pela Ativa, assim como sua recomendação.
FONTE: SOCOPA Corretora Paulista
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Cenário conturbado provoca fuga de investimentos em fundos dos países desenvolvidos
SÃO PAULO – Diante dos sinais negativos emitidos pelas principais economias do mundo, os fundos dos países desenvolvidos colecionaram fortes resgates na semana encerrada em 20 de abril, mostra o relatório semanal da consultoria EPFR. Diante do cenário conturbado visto em Estados Unidos, Europa e Japão no período, os investidores optaram por alocar seus recursos em outros fundos, como naqueles voltados para os emergentes e em commodities.
Dentre o grupo dividido pela EPFR que compõe as principais economias do mundo, o destaque fica com os Estados Unidos, cujos fundos de renda fixa registraram o maior resgate líquido das últimas 13 semanas, refletindo a decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, que no último dia 18 rebaixou a perspectiva de rating do país para negativa.
Os fundos de ações norte-americanos também foram sacudidos pela decisão da S&P, com a maioria dos fundos passivos (que objetivam acompanhar a performance de um determinado índice de ações) do país colecionando resgates entre os dias 14 e 20 de abril. Em contrapartida, os fundos de investidores estrangeiros no mercado acionário local e os fundos de ações ativos (que buscam performar acima de um índice de ações) reportaram captações líquidas no período, destaca a EPFR.
Alemanha se salva entre os europeusOs fundos europeus também foram penalizados na semana, com os investidores demonstram apreensão com a recente elevação dos juros locais e com as especulações de que a Grécia possa optar por um default seletivo aos invés de mais medidas de austeridade fiscal, diz a consultoria em seu relatório.
Aliado a isso, a EPFR também deu ênfase às eleições na Finlândia, com o mercado avaliando a possibilidade de que partidos contrários à concessão de aporte financeiro aos países necessitados da região ganhem mais força no próximo governo. Diante desses fatores, os fundos de bonds do velho continente chegaram ao 26º resgate líquido em 27 semanas, totalizando uma fuga de mais de US$ 11 bilhões em 2011, destaca a consultoria.
Dentre os fundos de ações europeus, que também tiveram um período em que predominaram os resgates, a Alemanha conseguiu se destacar positivamente, com seus fundos de ações reportando uma captação líquida de mais de US$ 1 bilhão na semana, com grande parte dessa quantia sendo representada por investidores institucionais, relata a EPFR.
Investidores seguem fugindo do JapãoA consultoria mostra ainda que os fundos de ações japoneses viram os resgates superarem os novos investimentos pela quarta semana consecutiva, à medida que os investidores ainda seguem bastante cautelosos com a reconstrução da terceira maior economia do mundo após a sequência de terremotos e tsunamis que têm colocado o país em alerta sobre os riscos de vazamentos nucleares.
FONTE: SOCOPA Corretora Paulista
FONTE: SOCOPA Corretora Paulista
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Tudo azul: Bolsas internacionais em forte alta agora pela manhã!
As principais bolsas de valores européias operam em forte alta agora pela manhã. O início da temporada de resultados do primeiro trimestre de 2011 tem animado os investidores. O destaque hoje fica com as empresas de tecnologia e mineração. Hoje foi divulgada a minuta da última reunião do Bank of England, banco central da Inglaterra, mostrando que seis dos noves membros do comitê de política monetária decidiram pela manutenção da taxa de juros da economia. As bolsas asiáticas fecharam em alta hoje pela manhã com o alívio da tensão sobre a redução da perspectiva da nota de crédito dos títulos de dívida dos Estados Unidos. Os índices futuros das principais bolsas norte-americanas também operam em alta indicando um dia favorável nos mercados acionários hoje. No Brasil o volume de operações da BM&F Bovespa deverá ser reduzido por conta dos feriados de amanhã e sexta-feira. Os analistas pedem cautela aos investidores, pois em dias de baixo volume é possível um aumento da volatilidade na Bolsa.
FONTE: ADFN Brasil
FONTE: ADFN Brasil
terça-feira, 19 de abril de 2011
Aguardando a decisão do Copom, risco-País encerra estável aos 177 pontos
SÃO PAULO - O indicador de risco-País encerrou esta terça-feira (19) estável aos 177 pontos, refletindo a espera dos investidores pelo desfecho da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central). Esse encontro acontece em meio a um cenário de intensa pressão inflacionária na economia brasileira, e a expectativa é de que o Comitê decida promover um novo aumento da taxa básica de juro. Porém o tamanho desse aperto não é consensual.
Chamando ainda mais atenção aos rumos da política monetária do País, a sessão foi marcada por dados inflacionários no front interno, a começar pelo IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor), que apontou novo aumento de inflação ao marcar taxa de 0,61%. Por outro lado, o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) registrou inflação de 0,55% na segunda prévia de abril, taxa 0,04 ponto percentual menor do que a registrada no mesmo período do mês anterior.
Nesta terça-feira, também mexeu com o mercado de renda fixa brasileiro o resultado do programa de aquisição de títulos públicos pela internet do Tesouro Nacional em março. O volume financeiro vendido no Tesouro Direto totalizou R$ 317,24 milhões, 31,4% maior que no mês anterior. Em março, 5.402 novos investidores se cadastraram no programa. Desta forma, o total de investidores cadastros no Tesouro Direto atingiu 230.997, o que representa um incremento de 25,87% nos últimos 12 meses.
Agenda de indicadores dos EUA
Lá fora, o destaque na agenda de indicadores ficou por conta do setor de construção civil norte-americano, que superou as expectativas do mercado em março, com o Housing Starts, que mede o número de casas em início de construção nos EUA, registrando 549 mil no mês em questão, acima dos 520 mil imóveis esperados.
Enquanto isso, o Building Permits, que mensura o número de concessões de alvarás para a construção de novas casas, computou 594 mil permissões, alta em relação ao indicador de fevereiro, revisado para 534 mil.
Global 40
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou na noite dessa terça-feira em alta de 0,09% cotado a 134,95 centavos de dólar.
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 177 pontos-base.
O que é o risco-País?
Como cada governo que emite papéis no mercado externo em geral tem mais do que um título no mercado, o banco norte-americano JP Morgan decidiu criar um índice que pudesse combinar todos estes papéis e obter um indicador único, que pudesse ser usado como uma medida de risco global.
Com isso, o JP Morgan criou, no final de 1993, o Embi+ (Emerging Markets Bond Index Plus), ou Índice de Bonds de Países Emergentes, que mede o desempenho de uma vasta carteira de países. Todos os países incluídos são emergentes, excluindo aqueles de risco menor, como muitos dos países da Europa, Ásia e América do Norte.
Além deste índice genérico, o banco criou também um índice para cada país, incluindo apenas títulos do país em questão. Com isso, o JP Morgan criou uma medida de risco-país, que, no caso do Brasil, é medido pelo Embi+ Brasil.
Fonte: Socopa Corretora Paulista
Chamando ainda mais atenção aos rumos da política monetária do País, a sessão foi marcada por dados inflacionários no front interno, a começar pelo IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor), que apontou novo aumento de inflação ao marcar taxa de 0,61%. Por outro lado, o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) registrou inflação de 0,55% na segunda prévia de abril, taxa 0,04 ponto percentual menor do que a registrada no mesmo período do mês anterior.
Nesta terça-feira, também mexeu com o mercado de renda fixa brasileiro o resultado do programa de aquisição de títulos públicos pela internet do Tesouro Nacional em março. O volume financeiro vendido no Tesouro Direto totalizou R$ 317,24 milhões, 31,4% maior que no mês anterior. Em março, 5.402 novos investidores se cadastraram no programa. Desta forma, o total de investidores cadastros no Tesouro Direto atingiu 230.997, o que representa um incremento de 25,87% nos últimos 12 meses.
Agenda de indicadores dos EUA
Lá fora, o destaque na agenda de indicadores ficou por conta do setor de construção civil norte-americano, que superou as expectativas do mercado em março, com o Housing Starts, que mede o número de casas em início de construção nos EUA, registrando 549 mil no mês em questão, acima dos 520 mil imóveis esperados.
Enquanto isso, o Building Permits, que mensura o número de concessões de alvarás para a construção de novas casas, computou 594 mil permissões, alta em relação ao indicador de fevereiro, revisado para 534 mil.
Global 40
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou na noite dessa terça-feira em alta de 0,09% cotado a 134,95 centavos de dólar.
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 177 pontos-base.
O que é o risco-País?
Como cada governo que emite papéis no mercado externo em geral tem mais do que um título no mercado, o banco norte-americano JP Morgan decidiu criar um índice que pudesse combinar todos estes papéis e obter um indicador único, que pudesse ser usado como uma medida de risco global.
Com isso, o JP Morgan criou, no final de 1993, o Embi+ (Emerging Markets Bond Index Plus), ou Índice de Bonds de Países Emergentes, que mede o desempenho de uma vasta carteira de países. Todos os países incluídos são emergentes, excluindo aqueles de risco menor, como muitos dos países da Europa, Ásia e América do Norte.
Além deste índice genérico, o banco criou também um índice para cada país, incluindo apenas títulos do país em questão. Com isso, o JP Morgan criou uma medida de risco-país, que, no caso do Brasil, é medido pelo Embi+ Brasil.
Fonte: Socopa Corretora Paulista
OGX Petróleo despenca: Exagero ou ainda cai mais?
Ontem após a agência de classificação de risco Standard & Poor’s ameaçar rebaixar a nota de crédito dos títulos da dívida pública dos Estados Unidos, as principais bolsas mundiais operaram em um dia negativo. No Brasil não foi diferente e o índice Ibovespa amargou queda de 1,9%. Dentre o índice Ibovespa uma queda se destacou: as ações da OGX Petróleo (OGXP3), do mega-empresário Eike Batista, fecharam o dia em queda de mais de 17% (após o fechamento do after-market), apresentando um volume financeiro muito acima do normal. Os analistas explicam que o relatório de reservas de petróleo e gás da companhia, divulgado contra o final de semana, decepcionou o mercado. Bancos e corretoras ajustaram o preço justo dos ativos e alteraram suas recomendações de compra. Outro fator que impactou o desempenho das ações foi o anúncio da redução do farm-out (processo de venda parcial ou total dos direitos de concessão detidos pela empresa) dos campos na Bacia de Santos para apenas 10%, o que irá impactar o caixa da empresa no curto-prazo. No entanto a justificativa é boa: a empresa diz que a superioridade da qualidade e produtividade do petróleo encontrado na região são enormes e a OGX não pretende mais se desfazer desses ativos. De toda a forma a maioria dos analistas concorda que fundamentalmente a OGX Petróleo continua uma ótima aposta no longo prazo. Eles afirmam que os investidores devem estar preparados para este tipo de volatilidade nas ações da empresa nessa fase pré-operacional. Os analistas gráficos alertam os investidores posicionados nos papéis da OGX. Como foi aberto um gap muito grande no preço da ação é possível um movimento de alta com a intenção de fechar esse vazio nos preços. O ativo também pode vir testar o suporte de preços de R$ 15,92 no curto prazo. Eles afirmam que o momento exige cautela para não se cometer uma atitude impensada.
FONTE: ADFN Brasil
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